sexta-feira, 15 de julho de 2016

          O significado correto de partir o pão no primeiro dia da semana.



Mostraremos, abaixo, Jesus santificando os sábados; a Igreja Primitiva santificando os sábados e até a Igreja do apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados (e nunca um só domingo)

Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:

http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Um dos pastores da TV, de nome Hernandes Dias Lopes, ferrenho defensor da troca do sábado pelo domingo,  escreveu-me:

"Waldecy,


O domingo era observado pelos apóstolos (At 20.7; 1Co 16.1,2) e pela igreja primitiva muito antes da instituição do papado. Como você sabe, o papado só começou em 607 quando Focas nomeou Bonifácio III como bispo universal


Respondi a ele:
.
Pastor Hernandes, concordo que, não segundo o catolicismo que começou contar os papas desde Simão Pedro, mas segundo a História o senhor tem toda a razão. 


Mas vamos ao que mais importa: a sua suposição de que Deus que declarou pessoalmente que NUNCA MUDA (Malaquias 3:6) teria se enganado e "lixado" das Rochas Sagradas das leis o seu Quarto Mandamento por conta da Ressurreição de Jesus e sem aviso algum no Evangelho.  Ora, por conta de Um Deus que é Perfeitíssimo e absolutamente Coerente, o pr. Hernandes faz Deus desdizer-se completamente quando alegou "EU NÃO MUDO", pois em suas promulgações há Humanidade jamais mudou e jamais poderá mudar.  E lembremos que a sua maior e mais importante Promulgação foram exatamente as do Monte Sinai, promulgando suas leis à Humanidade justamente por amor aos viventes. QUER VER?


Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava a seus profetas escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações,  pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas  e artefatos feitos para conflitos e guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e, certamente,  a paz sobreviria sobre a Terra inteira.

Como depois desta maravilhosa revelação o senhor ainda ousa e teima em desobedecer ao mais amado mandamento de Deus, pois foi o único que ele nomeou como SANTO E BENDITO e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade?

O que o senhor tem de ter em conta a respeito do tal domingo, é que a História e as Raízes da Igreja nos revelam que o sábado continuou a ser guardado pelos cristãos até o ano 364, quando, pelo Concílio de Laodicéia, foi decretado que o sábado não poderia mais ser guardado, pois em seu lugar foi decretado o domingo. E para deixar bem claro a posição do clero, liderado pelo papa Libério (contagem católica) foi promulgado severos castigos a quem ousasse continuar sabatista.  

Então fica anulada, pela História Universal e pelas Raízes da Igreja a sua história mal contada de que os apóstolos de Jesus guardavam o domingo, pois isso só veio a ocorrer no ano 364, ou seja: 332 anos depois de Jesus.

Na vã tentativa de anular os sábados santos e abençoados de Deus Pai, os domingueiros não se furtam em agredir violentamente a Verdade de Deus, pela qual TODOS OS DEZ MANDAMENTOS SÃO PERPÉTUOS, Perpetuados também pelo Filho no Evangelho de Mateus, quando também sobre um Monte, logo em sua primeira pregação à Humanidade, foi logo desmentindo os futuros domingueiros, ao bradar que o mundo inteiro e até os Céus poderão ser  destruídos antes que das leis do Pai, é claro, se consiga retirar UM SÓ CARACTERES.  Por isso, digo que os versos que o senhor colocou (At 20.7; 1Co 16.1,2),  BIBLICAMENTE são meras suposições que não encontram respaldo algum na Palavra Escrita, de Gênesis ao Apocalipse.

Repetindo, sem encontrar um só verso  ESCRITO no Evangelho que indique que o sábado teria sido deletado para dar lugar ao tal domingo, os domingueiros como o senhor se apegam a meras suposições,  reuniões para partir o pão, MAS SEM O VINHO, aparições de Jesus aos domingos, mas também em uma segunda-feira, no caso de Tomé, que agora vou desmentir muito facilmente.

 Primeiramente o Espírito Santo de Deus que revelou a Verdade no Evangelho acaso nos enrolaria como meras suposições quando à "verdade" do sábado, tais como aparições e reuniões para partir o pão?

Que Espírito Santo de Deus, Sapientíssimo seria essa que necessitasse mostrar que o domingo superou o sábado com colocações duvidosas e com dupla interpretação?

Pelos meus conhecimentos bíblicos e pela minha sabedoria, prêmio do Senhor, eu afirmo que SE O ESPÍRITO SANTO DE DEUS QUISESSE QUE O SÁBADO FOSSE LIXADO DAS ROCHAS SAGRADAS DAS LEIS -- DESMENTINDO UM DEUS QUE NUNCA MUDA EM SUAS PROMULGAÇÕES --, TERIA COMANDADO SEUS EVANGELISTAS A ESCREVER NO EVANGELHO QUE A PARTIR DA RESSURREIÇÃO DO FILHO, O TAL DOMINGO TOMARIA O LUGAR DO SÁBADO.

"Eu não mudo".   Declaração do Senhor Deus em Malaquias 3:6.

Se tal revelação não nos foi dada, então o tal domingo É UMA ENORME MENTIRA, certamente provinda de Satanás, pois foi no Concílio de Laodiceia, ano 364, que Satanás começou a vencer os santos (Apocalipse 13:7), corrompendo o Quarto Mandamento, e os tolos pastores evangélicos, em sua maioria, embarcaram na barca furada do papado romano de Satanás, usando o primeiro dia da semana, uma segunda-feira na época, como o "Dia do Senhor", mas ATÉ O MANDAMENTO DO SÁBADO REVELA QUAL É O DIA DO SENHOR:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11

São três as principais propriedades do Quarto Mandamento de Deus Pai:

A)   O Senhor nos ordena a guardar e a santificar os sábados, e nunca um domingo, que na época de Jesus era uma segunda-feira.
B)   O Senhor nos revela nesse Mandamento que o sábado é o Dia do Senhor. Por isso o tal domingo está fora de questão, pois jamais poderá ser o Dia do Senhor

 C) O Senhor santifica e abençoa o sábado e todos os justos de Deus concordam que quando ele abençoa é para sempre.

 Mas aos domingueiros, digo e provo biblicamente que, SEM CONDIÇÕES DE REFUTAÇÕES (se a honestidade estiver presente) QUE A IGREJA PRIMITIVA SANTIFICAVA OS SÁBADOS DE JESUS PELO MENOS ATÉ CONSTANTINO.  

Então, vamos colocar aqui as SETE revelações que revelam incondicionalmente a IGREJA PRIMITIVA DE JESUS SANTIFICANDO OS SÁBADOS, só podem ser contestadas pela desonestidade dos fariseus, hipócritas e desonestos, pois são DIRETAS, INDESMENTÍVEIS, CRISTALINAS E CONCLUSIVAS:

Primeiramente, Jesus fez questão de mostrar-se santificando o sábado santo e abençoado, para dar exemplo á sua Igreja e a nós outros, pois todos os exemplos e ensinamentos em seus três anos de Ministério, inicialmente aos apóstolos, foram, também, direcionados à Humanidade, à nós outros. 

Vamos usar nos SETE EXEMPLOS,  pela Tradução de Almeida: 


O sábado santificado no Evangelho. Prova Um:

  “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”.   Lucas 4:16.   Jesus, nos concedendo o exemplo, pois segundo o Mandamento e a Tradição israelita, guardou o sábado por toda a sua vida e até o seu último sábado na Terra.

Os domingueiros, sempre ardilosos, tentam colocar esse quadro de Jesus no templo, insinuando que ele comparecia ao templo no sábado pois era nesse dia que podia encontrá-los, MAS É PURO FARISAÍSMO, pois Jesus trombava com os judeus em todos os lugares, e em TODOS OS DIAS, por isso não necessitava ir ao templo aos sábados para encontrá-los.

O sábado santificado no Evangelho, prova Dois:


Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56.  A Igreja de Jesus, nos concedendo o exemplo.

Então, Jesus ensinou a sua Igreja a ser também legalista! 

O sábado santificado no Evangelho, prova Três:


 Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, décadas depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo fazendo do sábado um dia de culto e louvor e, pela falta de templos, o fez AO AR LIVRE, pois a  Igreja somos nós, com ou sem construções:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 

Esse preceito acima revela, com toda clareza, de modo irrefutável, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!  Mas fariseus de quase todas as denominações, também católicos e ortodoxos alegam que a Igreja Primitiva de Jesus santificava o tal domingo. É possível uma tolice dessas, depois dessas revelações?


O sábado santificado no Evangelho, prova Quatro:

Vejamos novamente a Igreja de Paulo santificando e louvando aos sábados (cadê o domingo? suposições não valem)

A Verdade de do Espírito Santo de Deus nos revela o apóstolo Paulo levando QUASE TODA A CIDADE a louvar e a santificar os sábados.  Quase toda a cidade não caberia num templo e assim, a multidão de cristãos cultuaram louvores a Deus AO AR LIVRE.

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44.

Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. Isso não pode ser negado!

O sábado santificado no Evangelho, prova Cinco:

 “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Se os domingueiros estivessem com a razão ao agredirem um Deus que NUNCA MUDA EM SUAS PROMULGAÇÕES ao se submeterem ao papado romano de Satanás, na vã tentativa da exclusão do mais amado Mandamento de Deus, pois foi o único nomeado por ele como SANTO E ABENÇOADO e ainda instituído como UM SINAL entre ele o os homens, realmente a palavra DOMINGO estaria no lugar da palavra SÁBADO nos sete exemplos que estou a citar. Portanto, cadê o domingo?


Quanto ao verso acima, os defensores do domingo, inventado, como sempre em relação ao tal domingo, argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois, pela sua tradição, os judeus jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo jamais aceitariam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente e nesses versos está citado a presença de GREGOS. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas principalmente aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás, segundo o Apocalipse 13:7.

O sábado santificado no Evangelho, prova Seis:


Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:



“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado...”.  Atos 1:12.           

Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

Cadê o domingo na Igreja Primitiva?

O sábado santificado no Evangelho, prova Sete:


“Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado: nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus no início dos anos 70, no episódio Massada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

Cadê o domingo na Igreja Primitiva? Suposições não valem, e o Evangelho do Espírito Santo de Deus não exibiu suposições nos SETE exemplos que anulam os tais domingos, mas REVELAÇÕES DIRETAS, SEM MEIAS PALAVRAS

os versos citados acima e mais alguns outros que dizem sobre o PARTIR DO PÃO?

"E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite".  Atos 20:7.

"Ora, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.  E, quando tiver chegado, mandarei os que por cartas aprovardes, para levar a vossa dádiva a Jerusalém". 1 Coríntios 16:1-3

Acima, na falta de preceitos que sejam diretos e esclarecedores quanto há falência do sábado a favor do tal domingo (impossível!), os domingueiros penam para fazer validar o domingo, mas como isso não é possível, pois não há nenhuma indicação clara, direta e compreensível de que os apóstolos de Jesus guardavam o tal domingo inventado, eles se apegam em suposições não esclarecedoras tais como Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:1 - 3.

Em 1 Coríntios 16, citado acima,  o Apostolo Paulo apenas solicita que os cristãos realizem coletas num domingo -- que naquele tempo era uma segunda-feira de hoje --, para que quando ele chegasse, iria distribuir as prendas ofertadas aos mais necessitados: o partir do pão. Na verdade, esse verso citado legitima o sábado, pois na época o povo vivia em temor por causa da promessa de Jesus que voltaria breve e, por isso, a caridade era pródiga (ver Atos cap 5). Dividiam tudo com os que não tinham ou pouco tinham, e não se tratava das moedinhas nas sacolas de hoje, durante os cultos ou missas, mas além de dinheiro, eram ofertados bens duráveis de todo tipo e, por certo, havia ofertas de móveis, de roupas etc.  Por isso mesmo Paulo citou que ajuntassem em casa tudo isso num domingo, pois aos sábados era proibido qualquer esforço físico.



http://partiropaonoprimeirodiadasemana.blogspot.com.br/ 

No mais, PAULO FALA DO PARTIR DO PÃO que, como disse, tratava-se da realização da caridade da divisão de bens dos que tinham mais com os que tinham menos, mas digamos que, no caso, se tratasse da representação da última ceia de Jesus o que é inviável, pois não há citações quanto ao VINHO. Sem vinho não pode existir a representação da última ceia.  Em 1 Coríntios 11:20 abaixo, há mesmo, uma representação da última ceia com PÃO E VINHO. Pedaços de pão e copos de vinho:

A verdadeira reunião para partir o pão e o vinho está no Evangelho. Vamos ver agora uma reunião legítima para representar o Grande Sacrifício do Cordeiro de Deus direto e conclusivo, sem enrolação, sem suposições, pois revela que se tratava de uma reunião para partir o pão juntamente com o imprescindível vinho.  "Porque, comendo, cada um toma antecipadamente  a sua própria ceia; e assim um tem fome e outro embriaga-se".  .1 Coríntios 11:21

Vamos aos versos todos que começam em 1 Coríntios 11:20 e vai até o verso 30.

Aí, sim, o apóstolo Paulo nos mostra COMO ERAM, de fato, AS REUNIÕES para  PARTIR O PÃO  juntamente COM O VINHO. Nada ali há de suposições, como são nos versos citados pelo pastor,, mas revela uma reunião específica do partir do pão e do vinho e ainda inicia com a palavra COMER, palavra essa não citada nas duas colocações me enviadas pelo pastor. Comer do pão e beber do vinho assim como nos pediu Jesus para representar o seu Grande Sacrifício:

"De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor.Porque, comendo, cada um toma antecipadamente a sua própria ceia; e assim um tem fome e outro embriaga-se". 

Então, em todas as colocações que os do domingo tentam anular os sábados favor do insólito domingo, são inaceitáveis, pois em nenhuma delas o VINHO é citado, como é citado em 1 Coríntios capítulo 11.

Vamos, então, a uma reunião que revela como procedia a divisão do PÃO e do VINHO no Evangelho, representando a santa ceia de Jesus:

"Não tendes porventura casas para comer e para beber? Ou desprezais a igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo.
Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;
E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim.
Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice (de VINHO), dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.
Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.
Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.
Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.
Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor.
Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem."

1 Coríntios 11:20-30


Portanto, não adianta inventar, pastor, colocando versos duvidosos de dupla interpretação, pois a VERDADE como era representado o Grande Sacrifício de Jesus é bem diferente das suas suposições em   Atos 20:7 e em 1 Coríntios 16:12. POIS NÃO CITAM O VINHO.

No mais, a própria Igreja Católica reconhece, publicamente, que foram os papas católicos que mudaram o dia do sábado para o domingo, então, a própria Igreja não respalda suas colocações tolas que tentam colocar os apóstolos de Jesus santificando o domingo de Constantino. 


Depois do Concílio de Laodicéia, no qual o Sétimo Dia foi "lixado" das Rochas Sagradas das leis, o clero católico passou a reconhecer que foi ele quem inventou o tal domingo:

“Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366.  

 “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.  

 Quanto a isso, Summerbell, historiador dos discípulos de Cristo e da igreja cristã, escreveu:

"A igreja Romana havia se apostatado totalmente... Ela alterou o Quarto Mandamento, trocando o descanso do sábado, ordenado pela Palavra de Deus, ao instituir o domingo como Dia Santo do Senhor". A True History of the Christian and the Christian Church, pg. 417.

“Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias”. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366.  Uma imensa agressão a Deus!

“Deus simplesmente concedeu à Sua Igreja o poder para dispor de qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados (dias de santos e santas. Fonte: Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations, de Vicent J. Kelly, pág. 2. Uma idiotice gigantesca que mostra mais um ato satânico dos papas! Órgão oficial do Cardeal James Gibbons, o Catholic Mirror, de 23 de nov. de 1893:

“A Igreja, em virtude de sua divina missão, mudou a solenidade do dia de sábado para o domingo.” The Christian Sabbath, pg. 29 a 32. Divina missão?   Satânica missão, com certeza absoluta!

“A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o sábado, da velha lei.”  Extraído de Kansas City Catholic, de 9 de fevereiro de 1893.    Mais uma prova que Satanás esteve e sempre estará no comando do Vaticano e consequentemente do catolicismo.

 “É melhor buscar refúgio no Senhor, que confiar nos homens”. Salmos 118:8

Sobretudo, abaixo, eu provo biblicamente que Jesus, sua igreja antes e depois da ressurreição santificavam os sábados, incluindo os apóstolos, é claro, pois o tal domingo não existia. no mais, meus argumentos bíblicos colocados são diretos e conclusivos, ao passo que seus argumentos quanto ao tal domingo, são apenas meras suposições, nada direto, nada conclusivo, e para piorar para o senhor não há citação do vinho. o senhor colocou duas suposições e eu abaixo coloquei sete verdades diretas e conclusivas que revelam os cristãos santificando os sábados, mesmo décadas após a Ressurreição de Jesus. E as minhas colocações abaixo não dão margem para refutações sem que se ingresse na desonestidade, no farisaísmo e até na hipocrisia. Detalhes em meu blog:

A instituição do domingo dos homens (contra o santo sábado do Senhor) pelo papado romano, no concílio de  Laodicéia (século IV) o papado romano iniciou um processo que certamente gerenciado por Satanás, levaria à proibição final de os cristãos guardarem o sábado, enquanto o domingo ia sendo cada vez mais valorizado, fazendo valer as profecias de Deus por Daniel:

E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo”.  Daniel 7:25, se referindo ao corte de dois dos mandamentos de Deus no catecismo do papado romano que levou o mundo todo a erro bíblico, e infelizmente, até a maioria dos evangélicos ingressaram nessa maldição instituída por Satanás através de seus servos os "sumo Pontífices" que se julgavam Deus na Terra.

Quanto a isso, Summerbell, historiador dos discípulos de Cristo e da igreja cristã, escreveu:

"A igreja Romana havia se apostatado totalmente... Ela alterou o Quarto Mandamento, trocando o descanso do sábado, ordenado pela Palavra de Deus, ao instituir o domingo como Dia Santo do Senhor". A True History of the Christian and the Christian Church, pg. 417.

Os escritores católicos, aduladores dos papas romanos, atestam acreditando serem esses o Deus na Terra, configurando-se num dos maiores absurdos de todos os tempos: tentar obrigar o Deus Imutável a mudar as suas leis perpétuas:

"O Papa é de tão grande autoridade e de um poder tão grande que pode modificar, explicar ou interpretar mesmo as leis divinas... O Papa pode alterar a lei divina, visto que o seu poder não procede do homem, mas do próprio Deus, e atua como vice regente de Deus sobre a Terra com amplitude de poder para atar e desatar os membros de sua grei (santo povo)", “Manifesto do Papa II, Lucius Ferraris, Prompta Bibliotheca, v. 6, pg. 25).   Uma gigantesca agressão a Deus, bem próprio do clero católico!

Quando eu digo que todos os papas do Vaticano são e foram servos de Satanás, os católicos se rebelam!

Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366.  

 “A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”. Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.  


“E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite”. Atos 20:7.

Pastor, o verso não prova que  Paulo guardava o domingo, pois PARTIR O PÃO era coisa muito comum no cristianismo, e Está Escrito que até o faziam de casa em casa, pois como Jesus havia afirmado que Voltaria antes que passasse aquela geração, o PARTIR DO PÃO, a alta caridade, mais  por temor,  passou a fazer parte de toda a comunidade cristã..  Basta ler o capítulo 5 de Atos, no  episódio do grande castigo a Ananias e a Safira, sua esposa, para bem entender o que era  realmente o Partir do Pão..

"Perseveraram na doutrina dos apóstolos, nas reuniões comuns, na fração do pão e nas orações. Toda gente estava com temor". Atos dos Apóstolos, 2. 42.  A fração do pão aqui significa a pratica da CARIDADE DE DOAÇÃO que reinava entre os cristãos;

“Perseveravam unânimes em oração no templo, partiam o pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria”. Atos, 2.46.  Nada a ver com a representação da última ceia de Jesus, pois não citam o Vinho, parte integrante da representação do Grande Sacrifício.

Partir o pão era realizar a caridade, de casa em casa, e não  uma reunião de casa em casa para simbolizar o sacrifício de Jesus que não só o pão teria de estar presente, mas também o VINHO não citado.  

"Tendo dito isso, tomou pão e deu graças a Deus diante de todos. Então o partiu e começou a comer".  Atos dos Apóstolos 27:35

"Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em casa e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração".  Atos dos Apóstolos 2:46

Veja que em nenhum dos versos acima cita a palavra VINHO, que tem de estar presente na representação do Sacrifício de Jesus,  MAS ESTÁ PRESENTE na verdadeira reunião do partir do pão e do VINHO em 1 Coríntios 11:20 e seguintes, que REVELAM, SEM DÚVIDAS como eram as cerimônias do Partir do Pão e do Vinho. Aí cita A CEIA DO SENHOR com vinho, que falta nos versos a  mim enviados.

De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor. Porque, comendo, cada um toma antecipadamente a sua própria ceia; e assim um tem fome e outro embriaga-se” Ao citar a palavra embriagar, Paulo se refere ao imprescindível vinho.

Vamos à  1 Coríntios 16, me enviado, REPETINDO para bom entendimento:

“Ora, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia.  No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.    E, quando tiver chegado, mandarei os que por cartas aprovardes, para levar a vossa dádiva a Jerusalém”.  1 Coríntios 16:1-3

Acima, o apóstolo Paulo pede aos cristãos que separem dádivas para que sejam enviadas a ele que as repartirá (aos necessitados). Portanto, se referia, novamente, à importância de boas obras de caridade. Nada de Vinho e nada de Ceia do Senhor.

O nobre pastor buscou EVIDÊNCIAS, na verdade suposições, na Bíblia, para tentar justificar, minimamente, que a Igreja Primitiva havia trocado o sábado santo pelo domingo, mas eu, novamente, vou PROVAR, sem evidência ou suposições, mas com FATOS REAIS E INDISCUTÍVEIS, DIRETA E CRISTALINAMENTE QUE JESUS E SUA IGREJA PRIMITIVA, SANTIFICAVAM OS SÁBADOS:

Agora, sem suposições algumas às quais os domingueiros se apegam desesperadamente para tentar legitimar o tal domingo QUE NÃO TEM NO EVANGELHO, vamos à Verdade de Deus que revela Jesus, sua Igreja (logicamente incluso seus apóstolos) e até a Igreja de Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, SANTIFICANDO OS SÁBADOS.

Sempre lembro que de tanta importância que o Senhor Deus atribuiu ao Evento Monte Sinai, onde ele PESSOALMENTE, pela primeira e única vez, ESCREVEU suas 10 leis nas Rochas Sagradas para que nunca se apagassem, mas os domingueiros ignoram essa grandiosidade, se esquecendo de algo fundamental:  Se Está Escrito que Deus nunca muda em suas promulgações à humanidade, da mesma forma que nunca mudou suas promulgações a Adão e Eva que ali representavam a Humanidade, se ele, o Senhor, pretendesse desdizer-se (impossível) removendo o Quarto Mandamento, o do sábado santo e abençoado das Rochas Sagradas das Leis, é certo, é CERTÍSSIMO que se tal anormalidade pudesse ter acontecido, o Senhor Deus que é Altamente Perfeito e Coerente, teria colocado no Evangelho, não meras suposições, nas quais se apegam os domingueiros, mas um aviso DIRETO e CONCLUSIVO, que a partir a Ressurreição de Jesus o SÁBADO SANTO ESTARIA REVOGADO A FAVOR DO TAL DOMINGO.  

Se ficou registrado no Evangelho, o corriqueiro fato de mostrar que os fariseus se escandalizarem ao ver os amigos de Jesus comendo sem antes lavar as mãos, é altamente certíssimo que se o Senhor pretendesse desdizer-se, voltando atrás em sua determinação da santificação do sábado, ali supostamente mudado para o domingo, ISSO ESTARIA PERFEITAMENTE REVELADO NO EVANGELHO. 

No mais, qualquer um que sabe raciocinar, vai concluir que se os fariseus se escandalizaram pelo simples fato de os apóstolos de Jesus quebrarem a tradição israelita de só comerem depois de lavar as mãos,  e ISSO DEVIDAMENTE REGISTRADO NO EVANGELHO, imagine, então a revolução, o alto escândalo  SE OS APÓSTOLOS TIVESSEM OUSADO OU INDUZIDO OS CRISTÃOS A APAGAR O SANTO SÁBADO DO SENHOR. pois SE ISSO TIVESSE ACONTECIDO, COMO QUEREM OS DOMINGUEIROS, O EVANGELHO TERIA REGISTRADO ALTAS REVOLTAS DOS JUDEUS E DOS JUDEUS FARISEUS que certamente resultariam até em mortes, pelo completo respeito que os judeus, os judeus cristão tinham e ainda têm pelo SANTO E BENDITO SÁBADO DO SENHOR

Mas não há uma só linha a respeito no Evangelho, nem de escândalo algum e nem mesmo do imprescindível aviso divino alertando os cristãos no Evangelho que deixassem os sábados de lado a favor do tal domingo.  Somente esse fato bíblico PROVA QUE O TAL DOMINGO É UMA GRANDE MENTIRA, criado pelo PAI DA MENTIRA, Satanás.

Jesus nos mostra que o sábado foi criado para a Humanidade:

O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”.  Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, pois é maior que a fé (1Coríntios 13:13) e, por isso, tem de sobrepor-se até mesmo ao mandamento do Sábado, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas.  Da mesma forma, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.

 Nesse preceito Jesus legitima o sábado mais uma vez: o sábado foi criado pelo Deus Imutável  por causa do homem.  Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos.  E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém, e de modo algum!

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6 – maior que Abraão (João 8:57)  maior que Jonas (Lucas 11:32) Maior que Salomão (Mateus 12:42) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles


Waldecy Antonio Simões  walasi@uol.com.br

Todos os meus escritos são livres para publicações, desde que os textos não sejam modificados.














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